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Prevrefrat CREB é tema do 49º CBOT, em Goiânia

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O Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi um dos temas apresentados no maior e mais importante encontro de ortopedia do Brasil

O Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia – foi um dos temas apresentados no maior e mais importante encontro de ortopedia do Brasil, o 49º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia – CBOT – realizado de 16 a 18 de novembro, em Goiânia. Seu coordenador, o ortopedista Bernardo Stolnicki, apresentou no evento duas palestras, muito disputadas, uma sobre o tema tema Prevenção Secundária de Fraturas, e outra sobre Osteoporose nos Muito Idosos.

Em ambas as ocasiões, o Dr. Bernardo apresentou os excelentes resultados do Prevrefrat. Também participaram do congresso os ortopedistas do CREB Carlomã Câmara de Aguiar, Kenia Fernandes e Ian Almeida Fragalli.

O CREB estimula sua equipe médica a participar ativamente de congressos e encontros, em busca de atualização constante e troca de informações com os demais colegas médicos.

Os Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia.


Bexiga Hiperativa: 30% das pessoas acima dos 75 anos têm a doença

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Mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são acometidas pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH), uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente...

Mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são acometidas pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH), uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. “Essa doença afeta muito negativamente a qualidade de vida do paciente, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, o diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional. A fisioterapeuta explica que a doença é causada por diversos fatores, como, por exemplo, a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. “Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, explica.

A boa notícia é que a bexiga hiperativa tem tratamento, e a fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha. Waleska pontua que o CREB oferece esse tratamento, não invasivo, com pouquíssimas contraindicações. “ A gente busca a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, afirma a fisioterapeuta.


Causa da enxaqueca pode ser má postura

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Uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Dor de Cabeça demonstrou que adultos economicamente ativos que apresentam 15 ou mais ataques de enxaqueca por mês perdem 4,5 horas de trabalho semanalmente. Isso significa, segundo o estudo, uma perd...

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Dor de Cabeça demonstrou que adultos economicamente ativos que apresentam 15 ou mais ataques de enxaqueca por mês perdem 4,5 horas de trabalho semanalmente. Isso significa, segundo o estudo, uma perda de US$ 24 bilhões por ano.

Os números comprovam o tamanho do problema

Uma outra pesquisa, promovida pela Universidade do Tenesse com mais de 500 pacientes que são acometidos há anos pela enxaqueca, chegou a conclusão de que os participantes tiveram pelo menos três episódios de dor de cabeça durante dias de trabalho. Do grupo, 11% dos pacientes reclamou de cefaleias que os levaram a perder um dia inteiro de trabalho. As dores causaram atrasos em 5% dos participantes e 12% precisaram sair mais cedo do trabalho. Apesar de 62% deles continuarem trabalhando, embora sentissem dor, sua produtividade caía pelo menos 25% por conta disso, revelou a pesquisa. Os números comprovam o tamanho do problema.

Para o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense), Haim Maleh, a enxaqueca é uma doença séria, que precisa ser tratada e constantemente acompanhada. Para ele, é muito importante que seja investigado o motivo da dor de cabeça.

– Uma má postura regular traz inúmeros malefícios à coluna vertebral, inclusive a possibilidade de dores de cabeça constantes. A dor de cabeça pode estar relacionada às dores da coluna, que muitas vezes é o “gatilho” e, por isso, é sempre muito importante fazer uma avaliação com um especialista – afirma ele, pontuando que um médico deve ser procurado ao menor sinal de dores de cabeça e dores na coluna, especialmente na coluna cervical.



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